Quem me dera morrer e renascer das cinzas, pois assim que surgisse um único problema, eu poderia deixá-lo para trás, e nascer de novo.
Mas como não sou uma fênix, ou algo parecido, aqui estou.
Trazendo esse blog de novo a ativa.
Talvez para murmurar, jogar palavras ao vento, ou até talvez, com essas palavras que saem de meus dedos, (? Talvez possa ajudar alguém.
Mas acho que isso não vai acontecer!
Poucas palavras para dizer que “ESTOY DE VORTA” –quemseimporta? –q
--
Refugio -
Mais uma vez, lá estava ela, sentada em seu canto.
Toda noite era a mesma coisa, assim que o sol desaparecia dos céus, ela pegava sua pequena caixa. Desatava o laço com cuidado, e uma em uma, tirava as fotografias que lá continham. Fotos dele.
Sempre era assim que ele partia, não sabia o por que ficava assim, mas sentia que faltava uma parte de si. E para tentar completar aquele vazio que formava em seu peito, aquele era o seu refugio.
Lia as cartas, que já sabia de cor. Lagrimas solitárias escorriam em sua face.
- Ele irá chegar amanhã! – seu irmão lhe disse, assustando-a.
Um pequeno sorriso se formou em seus lábios.
- E disse que não irá mais embora. – ele concluiu. Com uma confirmação ele se retirou.
Daquele dia em diante, seu refugio após o sol se por, foi os braços dele.
Drabble, talvez ShikaTema.
--
Beijos
Mas como não sou uma fênix, ou algo parecido, aqui estou.
Trazendo esse blog de novo a ativa.
Talvez para murmurar, jogar palavras ao vento, ou até talvez, com essas palavras que saem de meus dedos, (? Talvez possa ajudar alguém.
Mas acho que isso não vai acontecer!
Poucas palavras para dizer que “ESTOY DE VORTA” –quemseimporta? –q
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Refugio -
Mais uma vez, lá estava ela, sentada em seu canto.
Toda noite era a mesma coisa, assim que o sol desaparecia dos céus, ela pegava sua pequena caixa. Desatava o laço com cuidado, e uma em uma, tirava as fotografias que lá continham. Fotos dele.
Sempre era assim que ele partia, não sabia o por que ficava assim, mas sentia que faltava uma parte de si. E para tentar completar aquele vazio que formava em seu peito, aquele era o seu refugio.
Lia as cartas, que já sabia de cor. Lagrimas solitárias escorriam em sua face.
- Ele irá chegar amanhã! – seu irmão lhe disse, assustando-a.
Um pequeno sorriso se formou em seus lábios.
- E disse que não irá mais embora. – ele concluiu. Com uma confirmação ele se retirou.
Daquele dia em diante, seu refugio após o sol se por, foi os braços dele.
Drabble, talvez ShikaTema.
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Beijos
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